Festejos de Barro Duro

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Garoto tutoiense Emyllio inicia treinos na escola do Santos Futebol Club em Fortaleza-CE


O Garato Emyllio é uma aposta promissora para os próximos anos no futebol. Filho de Raimunda Nonata Assunção e Emanoel de Jesus Gomes, residentes no bairro Paxicá em Tutóia-MA. Com apenas 9 anos de idade, tem grande potencial e habilidade de craque.

Aproveitando o talento de Emyllio e seu sonho, seu pai o levou até a cidade de Fortaleza-CE para uma apresentação na escola do Santos, já despertando interesse não só do Santos, mas de outros clubes.

                                  

Sem dúvida alguma o Garoto que foi descoberto na escolinha bom de bola do professor Ginelton, tem todas as prerrogativas para tornar-se um grande jogador.

Veja no vídeo um pouco de sua habilidade:




Vingança: Homem é brutalmente assassinado por grupo de mototaxistas

Valdimar / Imagem do Blog Rei dos Bastidores

Um homem identificado como Valdimar de Araújo Bezerra, de 30 anos, foi assassinado após ser espancado, baleado e torturado por um grupo de cerca de 30 a 50 mototaxistas armados com facões, revólveres e facas que invadiram a residência em que ele se encontrava juntamente com outras duas pessoas, na noite de quarta-feira (29).
Valdimar era suspeito de ter envolvimento com o assassinato do mototaxista Charles Alves Santos, de 27 anos, que foi morto com 20 facadas no 8 de dezembro de 2013, na Vila Ildemar.
Procurando vingança, o grupo de mototaxistas invadiu a residência e espacaram Valdemar e as outras duas pessoas que se encontravam no local. Valdemar foi amarrado com fios de energia na garupa de um dos mototaxistas e levado para o mesmo local onde Charles foi morto.
O homem foi assassinado no local com dezenas de facadas, pauladas, pedradas e  tiros disparados pelo grupo. Segundo informações do IML, a morte se deu por choque hipovolêmico, também chamado choque hemorrágico, onde a vítima perde grande parte do sangue no corpo.
Segundo informações da família da vítima, Valdimar não poderia ter assassinado Charles, uma vez que estava em Imperatriz no dia do crime. Eles disseram que podem comprovar a informação com documentos.
O caso ainda está sendo investigado pela polícia. As duas outras vítimas que estavam na mesma casa que Valdimar estão contando com proteção policial.
Charles
Charles
Entenda o caso
Um mototaxista identificado como Charles Alves Santos, de 27 anos, foi morto com mais de vinte facadas, no município de Açailândia no dia 8 de dezembro.
A suspeita é de um crime de latrocínio, roubo seguido de morte, uma vez que a motocicleta de Charles foi levada.


Do GI Portal

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

É Hoje!!! (30) Ousadia Produções apresenta Furacão do Forró no Aliança Show em Tutóia-MA. Adquira seu ingresso, ainda dá tempo!!!

Vendas de Ingresso:  Drogaria Santa Luzia, Hermes, Boutique Baby e World Games... ou com aYsa Baronese!!!!

 

Estados deixam de construir prisões e devolvem R$ 187 milhões à União

Pouca verba estadual e mudança de política federal são motivos apontados.
Além de reformas, há projetos de saúde e educação; PE, RJ e MA lideram

Felipe NériDo G1, em Brasília*
Detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, no Maranhão falam com uma comitiva de senadores da Comissão de Direitos Humanos nesta segunda-feira (13). (Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)Detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), falaram com uma comitiva de senadores da Comissão de Direitos Humanos no dia 13 (Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo)


Um levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ligado ao Ministério da Justiça, aponta que nos últimos dez anos 15 estados e o Distrito Federal deixaram de usar R$ 187 milhões liberados pelo governo federal para construir e reformar presídios. Não foram adiante dezenas de projetos, incluindo estabelecimentos de saúde e educação para detentos, aprovados entre 2004 e 2013, para Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e Tocantins.

Entre os diversos motivos alegados, destacam-se a falta de recursos dos próprios estados para completar as obras, cancelamentos por atrasos, inadequação de projetos alterados, problemas em licitações, suspeitas de irregularidades e trocas no comando dos governos estaduais.

Também há situações de contratos cancelados por determinação do governo federal, por mudanças na política carcerária; em outros casos, segundo alguns estados, um decreto presidencial impediu o repasse de recursos para obras que ainda não haviam iniciado (veja a lista completa de obras canceladas por unidade da federação ao fim desta reportagem).

Os dados, compilados pelo Depen a pedido do G1, não contemplam o valor total que o governo repassou – apenas o que foi devolvido. O que ficou no estado para ser investido não foi informado pelo órgão. Os únicos números disponíveis referem-se a 2012 e 2013, quando o repasse de verbas da União para o sistema carcerário em todo o país totalizou R$ 1,2 bilhão.

O Maranhão, onde eclodiu a crise que levou o governo federal a elaborar um plano emergencial para conter a violência nas penintenciárias locais, foi o terceiro estado que mais devolveu recursos na última década: R$ 23,9 milhões. O governo maranhense havia assinado três contratos, em 2004 e 2011, para a construção de duas cadeias públicas e um presídio no interior. Todos os acordos foram cancelados.

Se fossem concluídas, as instalações no Maranhão somariam 681 vagas. O governo do estado informou que o cancelamento ocorreu após o Depen ter rejeitado alterações feitas nos projetos pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) maranhense, a pedido do próprio governo federal. Segundo o governo estadual, as duas cadeias cujos contratos foram anulados estão sendo construídas agora com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


Todo o dinheiro seria aplicado nesse projeto, voltado para atividades de qualificação não restritas a presos. Apesar de o dinheiro ter sido disponibilizado pelo Depen, o valor sequer chegou a ser transferido, segundo o governo estadual. Em nota, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que o governo federal não aprovou o projeto apresentado, por não adequação "às questões ambientais, patrimônio público, impactos viários, acessibilidades e licenças diversas".RJ e PE lideram devoluções
O estado que mais deixou de usar os recursos federais foi Pernambuco, em um total de R$ 33,5 milhões. Em setembro de 2010, o estado assinou um contrato com o governo federal para a reforma de uma antiga fábrica na Região Metropolitana do Recife para implantar o Centro Estadual de Cidadania Padre Henrique.

O Rio de Janeiro vem em seguida, com a segunda maior devolução de dinheiro federal. Foram canceladas dez obras para construção e reforma de presídios, que somavam R$ 26,7 milhões.

O governo estadual informou que, devido à mudança de gestão, os projetos passaram a ser coordenados por órgãos diferentes. De acordo com a Secretaria de Obras fluminense, os recursos do Depen, em parceria com a Caixa Econômica Federal, foram ampliados para a construção de duas cadeias públicas – uma feminina e uma masculina –, com investimentos de R$ 18.724.871,31 e R$ 12.057.983,83, respectivamente.

Desperdício e burocracia
O Brasil tem atualmente 563,7 mil pessoas presas e um déficit de aproximadamente 200 mil vagas no sistema carcerário, segundo levantamento feito pelo G1 nos estados. O país está entre os cinco do mundo com maior população de detentos.

Em maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pediu ao Ministério Público (MP) dos estados para processar autoridades locais pelo desperdício de verba federal destinada às penitenciárias. A solicitação era baseada em um balanço parcial do Depen, que apontava um não aproveitamento de R$ 103,384 milhões desde 2011.

O CNJ ainda não recebeu retorno de todas as unidades do MP acionadas, mas em alguns estados as procuradorias informaram que não é possível responsabilizar autoridades, por não ter sido identificada má-fé, segundo a assessoria de imprensa do conselho.


"Seja por má-fé, negligência ou impossibilidade técnica para implementar ações, a devolução de recursos revela a falta de prioridade para o assunto pelos governadores e a ausência de coordenação para tratar do tema", disse Coêlho.Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Coêlho, a devolução de recursos destinados a presídios indica uma falta de prioridade no sistema carcerário do país.

Diretora no Brasil da Human Rights Watch, uma das principais entidades de defesa dos direitos humanos no mundo, Maria Laura Canineu afirma que parte da dificuldade na utilização de recursos se deve à burocracia brasileira.

Maria Laura sustenta, no entanto, que o problema carcerário do país vai além das dificuldades na aplicação de verbas. Um estudo da Human Rights Watch revela que cerca de 200 mil detentos sãomantidos presos no país sem sequer terem sido julgados."A gente sabe que há uma burocracia que impera. Até para aplicar os recursos, muitas vezes há incapacidade técnica dos estados ou até descaso mesmo. É preciso saber se não se podem executar as obras por causa da burocracia ou se falta apenas vontade política", apontou.

"Quase 50% dos presos estão em situação provisória. Eles ficam meses aguardando alguma movimentação da Justiça e, muitas vezes, não fazem ideia da situação deles. É preciso fazer um mutirão na Justiça, para saber situação de cada um e qual benefício se aplica a cada preso", destacou.

Veja abaixo as obras que deixaram de receber verba federal e os motivos alegados por estado:

ALAGOAS
Valor devolvido: R$ 836.911 (contratos firmados em 2008 e 2009).
Obras: Módulo de saúde no presídio Desembargador Luís de Oliveira Sousa e construção de um Centro Cultural Ecumênico na Penitenciária Feminina de Santa Luzia.
Motivo: A Superintendência Geral de Administração Penitenciária de Alagoas informou que os dois contratos foram cancelados a pedido do Depen, após o governo federal ter identificado que as obras não criariam novas vagas no sistema prisional.

CEARÁ
Valor devolvido: R$ 180 mil (contrato firmado em 2008).
Obra: Reforma do Hospital Penitenciário e Sanatório Professor Otávio Lobo.
Motivo: A Secretaria da Justiça e Cidadania do Ceará informou que o dinheiro federal foi devolvido porque o valor equivalia a cerca de 10% do R$ 1,5 milhão necessário para a obra. Segundo o Ministério da Justiça, o contrato foi desfeito após descumprimento do prazo contratual.

DISTRITO FEDERAL
Valor devolvido: R$ 1.611.929 (contrato firmado em 2008).
Obras: Reforma no Centro de Progressão Penal e substituição da cobertura do local.
Motivo: A Secretaria de Segurança Pública do DF informou que o valor da devolução divulgado pelo Ministério da Justiça não confere. De acordo com a assessoria de imprensa da secretaria, houve devolução ao governo federal de R$ 1.211.141 no fim de 2013, referente à licitação de geolocalizadores para viaturas que não foram comprados devido a "especificações inadequadas do produto".

GOIÁS
Valor devolvido: R$ 13.413.795 (contratos firmados em 2006, 2008, 2009 e 2011).
Obras: Reforma da Colônia Industrial Semiaberto; construção de um Presídio de Segurança Máxima em Aparecida de Goiânia; reforma da Cadeia Pública de Santa Helena; presídio Regional em Senador Canedo.
Motivo: A Secretaria de Administração Penitenciária e Justiça de Goiás informou que tanto a reforma na colônia industrial quanto a construção do presídio em Aparecida de Goiás foram canceladas por decisão unilateral do Depen, após mudança na política prisional do governo federal em 2011. Já a reforma da cadeia pública foi cancelada, segundo o governo do estado, devido a um decreto presidencial que anulou diversos contratos entre estados e municípios. Já o presídio da cidade de Senador Canedo teve o contrato cancelado, segundo a secretaria estadual, por descumprimento do prazo de dois anos para formalizar o convênio e elaborar os projetos de execução, além do fato de a prefeitura do município ter desistido de ceder o terreno para a obra.

MARANHÃO
Valor devolvido: R$ 23.962.399 (contratos firmados em 2005 e 2012).
Obras: Construção do presídio Regional de Pinheiros e das cadeias públicas de Pinheiros e de Santa Inês.
Motivo: O governo do Maranhão informou que o cancelamento dos contratos ocorreu após o Depen ter rejeitado alterações feitas nos projetos pela Secretaria de Administração Penitenciária do estado, a pedido do governo federal. Segundo o governo maranhense, as cadeias cujos contratos foram anulados estão sendo construídas com recurso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

MATO GROSSO DO SUL
Valor devolvido: R$ 15.200.411 (contratos firmados em 2008, 2009, 2010 e 2013).
Obras: Ampliação de cinco cadeias públicas (Aquiduana, Campo Grande, Buriti, Naviraí, Ponta Porã e Três Lagoas) e um presídio; construção de uma penitenciária feminina em Campo Grande.
Motivo: A Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul informou que as obras não foram adiante porque a resolução que muda as normas de arquitetura das unidades prisionais aumentou a contrapartida financeira que o estado teria de fazer e inviabilizou o investimento. Segundo o governo estadual, Mato Grosso do Sul refez os projetos e substituiu as obras canceladas pelo projeto de três cadeias públicas em Campo Grande.

MINAS GERAIS
Valor devolvido: R$ 12.244.032 (contrato firmado em 2007).
Obra: Construção do presídio de Ribeirão das Neves.
Motivo: A Secretaria de Defesa Social do estado informou que o contrato foi cancelado porque o repasse dos recursos não teria sido aprovado pela Caixa Econômica Federal. Apesar de o repasse ter sido devolvido em 2012, segundo o governo mineiro, outro contrato foi assinado recentemente com o Depen com o mesmo objetivo, no valor de R$ 11 milhões.

PARÁ
Valor devolvido: R$ 882.511 (contratos firmados em 2008 e 2010).
Obra: Construção de módulo de saúde na Penitenciária de Marituba e de salas de aula para o CRA.
Motivo: A Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará informou que o contrato do módulo de saúde foi cancelado por não haver recurso do estado para contratar técnicos e adquirir equipamentos. Em relação às salas de aula, o estado informou não ter tido recursos para garantir a quitação do valor que deveria ter sido pago pela obra.

PARAÍBA
Valor devolvido: R$ 6.292.281 (contratos firmados em 2005, 2009 e 2011).
Obras: Conclusão da Penitenciária de Cajazeiras; construção de uma Penitenciária Feminina de Segurança Máxima; ampliação da Penitenciária de João Pessoa e reforma do Presídio de Santa Rita.
Motivo: O secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, Wallber Virgolino, afirmou ao G1que o período das devoluções se refere a outra gestão e disse não ter informações sobre o motivo de as obras não terem sido executadas. Segundo ele, o governo estadual arcou com os custos da reforma feita em 2013 no Presídio de Santa Rita e bancará também a que será feita este ano no Presídio de João Pessoa, com R$ 2 milhões já autorizados.

PERNAMBUCO
Valor devolvido: R$ 33.517.131 (contrato firmado em 2010).
Obra: Reforma da estrutura física da antiga fábrica Tacaruna para implantação do Centro Estadual de Cidadania Padre Henrique.
Motivo: O dinheiro não foi transferido, segundo a Secretaria de Defesa Social, porque o governo federal não aprovou o projeto apresentado, por não adequação "às questões ambientais, patrimônio público, impactos viários, acessibilidades e licenças diversas".

RIO DE JANEIRO
Valor devolvido: R$ 26.749.929 (contratos firmados em 2006 e 2008).
Obras: Reforma de presídio em Campos; construção de Estabelecimentos Penais Estaduais e reforma geral de Instituto Vieira Ferreira Neto; construção de residência para idosos; construção da Cadeia de Magé; construção do Centro de Observação no Presídio da Polinter; reforma na Penitenciária Alfredo Tranjan e no Instituto Candido Mendes; construção de um centro de observação no Complexo de Gericinó, em Bangu; e reforma da Penitenciária Serrano Neves.
Motivo: O governo estadual informou que, devido à mudança de gestão, as obras de construção e reforma passaram a ser coordenadas por órgãos diferentes. De acordo com a Secretaria de Obras fluminense, os recursos do Depen, em parceria com a Caixa Econômica Federal, foram ampliados para a construção de duas cadeiras públicas – uma feminina e uma masculina –, com investimentos de R$ 18.724.871,31 e R$ 12.057.983,83, respectivamente.

RIO GRANDE DO NORTE
Valor devolvido: R$ 14.370.557 (contratos firmados em 2009, 2010 e 2011).
Obras: Construção da Cadeia de Macau, de Ceará-Mirim, da Unidade Prisional de Lajes e reforma da unidade psiquiátrica do Complexo Penal Dr. Chaves.
Motivo: O governo potiguar não esclareceu sobre as obras apontadas no levantamento de devolução do Ministério da Justiça, mas informou que foram devolvidos R$ 10,4 milhões de convênios firmados entre 2007 e 2010. O motivo do cancelamento, segundo o governo estadual, foram entraves burocráticos, como falta de documentação de imóveis e problemas em licitação.

RIO GRANDE DO SUL
Valor devolvido: R$ 20.656.798 (contratos firmados em 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010).
Obras: Construção da Coordenadoria de Perícias de Bagé; da Penitenciária de Bento Gonçalves e de Passo Fundo; de albergue no Presídio Municipal de Bagé; reforma do alojamento do Instituto Penal Viamão e da Casa de Albergado Padre Pio Buck; e construção de albergue em Porto Alegre e de módulo de saúde em local não discriminado.
Motivo: De acordo com a Superintendência de Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul, em Bento Gonçalves e em Passo Fundo, houve demora no processo de execução das obras devido a recursos requeridos pelo Ministério Público contra a localidade de um dos presídios e contra um dos processos licitatórios. A razão do cancelamento dos demais contratos não foi informada.

RONDÔNIA
Valor devolvido: R$ 323.080 (contrato firmado em 2011).
Obra: Implantação de Educação para Jovens e Adultos na Casa de Detenção Dr. José Mario Alves da Silva.
Motivo: De acordo com a assessoria de imprensa do governo de Rondônia, não foi possível executar o projeto devido a problemas técnicos. Além disso, a devolução do dinheiro ocorreu após a assinatura de um decreto presidencial que determinava o cancelamento do repasse de contratos não executados, informou a assessoria.

SERGIPE
Valor devolvido: 2.153.528 (contrato firmado em 2012).
Obras: Reforma do Hospital de Custódia e ampliação do Presídio de Areia Branca.
Motivo: A Assessoria de Planejamento da Secretaria de Estado da Justiça e de Defesa ao Consumidor de Sergipe informou que a ampliação do presídio foi prejudicada por atrasos da empresa responsável pela obra, o que levou à rescisão do contrato. Apesar de o governo estadual ter feito licitação para contratar outra empresa, o contrato foi cancelado devido ao decreto presidencial que determinava a anulação de obras com os estados que não tivessem iniciado os trabalhos. Sobre o dinheiro para a reforma do hospital, o estado informou que o recurso não chegou.

TOCANTINS
Valor devolvido: 14.708.591 (contrato firmado em 2009).
Obras: Construção da Penitenciária de Araguaína.
Motivo: A Secretaria de Defesa Social do Tocantins informou que o cancelamento do contrato ocorreu após a constatação de que, durante a licitação, a proposta vencedora apresentava valores superfaturados. A proposta previa um total para a obra de R$ 19.111.412. A pasta concluiu que os atos praticados no processo violavam as normas constitucionais, o que justificaria a anulação do acordo.

FPM: 3.º repasse de janeiro apresenta crescimento de 8,85%

Agência CNMAs prefeituras receberão na quinta-feira, dia 30, a terceira parcela de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Descontado o repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o montante é de R$ 2.055.692.939,81. Em valores brutos, sem a retenção para a Educação, é de R$ 2.569.616.174,76.
De acordo com cálculos da Confederação Nacional de Municípios (CNM), este decêndio teve um crescimento de 8,85%, em comparação ao mesmo decêndio do ano passado. Este valor em termos nominais, sem considerar a inflação.
Em termos reais, o crescimento deste decêndio é de 18,7%. O aumento ocorreu principalmente por causa da diferença no cronograma de restituição do Imposto de Renda (IR), explica a CNM.
Acumulado e previsões
Com este repasse, o FPM fechará janeiro com um acumulado de R$ 7,567 bilhões. Em 2013, o acumulo do mesmo período foi de R$ 6,374 bilhões. A Confederação esclarece que neste total não está contabilizado o montante extra depositado no dia 9 de janeiro.
Aquele depósito ocorreu separadamente porque a Receita Federal tem um programa que parcela as dívidas de vários impostos. Se considerado o extra, o valor repassado em janeiro foi de R$ 7.994.382.452,41.
A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) acredita que o FPM em fevereiro terá um aumento de 23% em relação a janeiro.

Fonte: CNM

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ministério da Fazenda abre concurso com 1.026 vagas de nível médio

Ministério da Fazenda abre concurso com 1.026 vagas de nível médio
Ministério da Fazenda, publicou no Diário Oficial da União, nesta quarta-feira, 29 de janeiro de 2014, o Edital nº 05, que rege o Concurso Público da Escola de Administração Fazendária - ESAF, destinado ao provimento de 1.026 vagas no cargo de Assistente Técnico-Administrativo.
As vagas são destinadas as seguintes Unidades da Federação: Acre (17 + 1 PNE); Alagoas (13 + 1 PNE); Amazonas (26 + 2 PNE); Amapá (6); Bahia (76 + 4 PNE); Ceará (50 + 3 PNE); Espírito Santo (13 + 1 PNE); Goías (30 + 1 PNE); Maranhão (29 + 1 PNE); Minas Gerais (95 + 6 PNE); Mato Grosso do Sul (32 + 2 PNE); Mato Grosso (25 + 2 PNE); Pará (52 + 3 PNE); Paraíba (19 + 1 PNE); Pernambuco (49 + 3 PNE); Piauí (17) Paraná (89 + 8 PNE); Rio de Janeiro (57 + 4 PNE); Rio Grande do Norte (15 + 2 PNE); Rondônia (12 + 1 PNE); Roraima (8); Rio Grande do Sul (142 + 13 PNE); Santa Catarina (67 + 7 PNE); Sergipe (9); Tocantins (12).
Os profissionais aprovados farão jus à remuneração de R$ 3.050,82, correspondente a jornada de 40h semanais. As cidades contempladas podem ser conferidas no Anexo I do edital.
Podem se inscrever candidatos que tenham concluído o ensino médio e que preencham a ficha de inscrição entre os dias 03 a 16 de fevereiro de 2014, no site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa é de R$ 62,00.
Haverá aplicação de Prova Objetiva de Conhecimentos Básicos, e de Conhecimentos Específicos, a ser realizada na data provável de 27 de abril de 2014 nas seguintes cidades: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, Teresina e Vitória.
O conteúdo programático sugerido para as provas, bem como outras informações constam no edital de abertura disponível em nosso site, no link abaixo da notícia.
Este certame terá validade de um ano, a contar da data de homologação do resultado final, podendo ser prorrogado por igual período.

Unesco: Brasil tem quase 13 mi de analfabetos adultos e é 8º no mundo

Taxa mundial de analfabetismo caiu 1% em 11 anos, de acordo com dados divulgados pela agência da ONU

Dez países respondem por 72% da população mundial de analfabetos, entre eles o Brasil, a Índia, China e Etiópia Foto: Getty ImagesCom 12,9 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais, o Brasil é o oitavo país do mundo com maior taxa de analfabetismo entre adultos, de acordo com dados do 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, divulgado nesta quarta-feira pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). 

Entre 2000 e 2011, essa taxa caiu 1%. O número de adultos analfabetos em 2011 era 774 milhões e a projeção é que até 2015 esse número caia para 743 milhões. 

Segundo o documento publicado pela agência da ONU, dez países respondem por 72% da população mundial de analfabetos, entre eles o Brasil, a Índia, China e Etiópia. Dados de 2011 mostram que no ranking dos dez países com o maior número de adultos analfabetos, o Brasil ocupa a oitava posição.

A taxa de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais no Brasil é 8,6%, totalizando 12,9 milhões de brasileiros, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2011. Para cumprir o compromisso assumido no Acordo de Dacar (Senegal), o Brasil deve chegar a 2015 com taxa de analfabetismo de 6,7%.

O compromisso Educação para Todos traz seis metas que integram o  Acordo de Dacar, assinado em 2000. Até 2015, os países devem expandir cuidados na primeira infância e educação, universalizar o ensino primário, promover as competências de aprendizagem e de vida para jovens e adultos, reduzir o analfabetismo em 50%, alcançar a paridade e igualdade de gênero e melhorar a qualidade da educação.


Agência Brasil

 

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Mais um acidente na MA - 034 em Tutóia Maranhão




Nesta terça-feira, 28 de janeiro de 2014 por  volta das 16:20hs  da tarde, aconteceu um acidente na MA- 034 próximo a caixa d’água do Pedão  no povoado comum  .

Um Fiat uno vermelho que vinha no sentido centro da cidade de Tutóia-MA colidiu com uma motocicleta Broz vermelha. O motorista do Fiat o Sr. Edmar saiu sem ferimentos, já o motoqueiro foi vitimado com um corte na perna e na cabeça. Ele se encontra no Hospital Lucas Veras, segundo informações de uma enfermeira  ele está  consciente e fora de perigo.

O Motorista do Fiat (Edmar)  é vendedor da empresa Ceará Alimentos. O condutor da motocicleta se chama Adriano e reside no bairro Barra , é filho do Senhor Magno Soares Pereira.

A Polícia Militar e a Guarda Civil estiveram no Local. Ninguém soube informa como aconteceu o acidente.  
Segundo populares a motocicleta está totalmente destruída. 


Veja as fotos:















Nessa quinta (30) Ousadia Produções apresenta Furacão do Forró no Aliança Show em Tutóia-MA.


PROFESSOR ADELINO FERNANDES (ADVOGADO) REALIZA PRÉ-PENEIRA PARA O VASCO DA GAMA EM TUTÓIA


Professor Adelino Fernandes, estará realizando em Tutóia, nos dias 1 e 2 de Fevereiro, de 2014, no campo do Botafogo, atrás da nova Delegacia de Polícia, pela manhã um seletivo (pré-peneira), para o Vasco da Gama, através da WDF, facilitador "Wellington Barros, Sub-12 e Sub-20.

Terça-feira(28), será dois eventos: Escolinha do professor Ginelton, e pela manhã no campo do Botafogo.

. As despesas serão da seguinte forma: 1 Kg. de alimentos e mais R$ 15,00 (quinze reais).
. Inscrições: Com Cabete e professor Ginelton, a partir de terça-feira(28), pela tarde

DOZE FACULDADES DO MARANHÃO SÃO REPROVADAS PELO MEC

Das 2.136 instituições de ensino superior no Brasil, 577 não fizeram a lição de casa e reprovaram no Índice Geral de Cursos, um dos indicadores de qualidade do ensino superior no país. Deste total, 12 faculdades maranhenses estão incluídas na lista.

O Instituto Florence, Faculdade Santa Terezinha, Faculdade São Luís (Estácio de Sá), Faculdade do Estado do Maranhão, Pitágoras de São Luís e mais sete instituições no interior do estado das obtiveram conceito 2, considerado insuficiente pelo Ministério da Educação.
Os indicadores de qualidade do ensino superior levam em conta o Índice Geral de Cursos (IGC), além do Conceito Preliminar de Curso (CPC).

O cálculo do IGC inclui a média ponderada dos conceitos preliminares de curso e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avaliam os programas de pós-graduação das instituições.

Na próxima semana, o MEC deve anunciar medidas para “punir” estas instituições. Uma das medidas possíveis é a proibição de estas faculdades realizarem novos vestibulares até que mostrem soluções para melhorar os índices de avaliação.

Confira as notas das IES que funcionam no Maranhão:
UFMA – 2,96 (3)
UNDB – 2,51 (3)
IFMA – 2,50 (3)
Santa Fé – 2,35 (3)
FACAM – 2,24 (3)
Unibalsas – 2,22 (3)
Uniceuma – 2.18 (3)
Instituto de Ensino Superior Múltiplo – 2,16 (3)
FAMA – 2,13 (3)
Faculdade do Baixo Parnaíba – 2,10 (3)
UEMA – 2,08 (3) 
Iesma – 2,07 (3).

Reprovadas: 

Facimp – 1,92 (2)
Faculdade São Luís (Estácio) – 1,92 (2)
CEST- 1,91 (2)
Faculdade de Educação São Francisco – 1,85 (2)
Fama Imperatriz – 1,84 (2)
Faculdade de Educação Santa Terezinha – 1,73 (2)
FACEM – 1,71 (2)
Pitágoras – 1,61 (2)
Instituto Florence – 1,41 (2)
Faculdade Maranhense São José dos Cocais – 1,34 (2)
Faculdade Vale do Itapecuru – 1,21 (2)
Faculdade Evangélica do Meio Norte – 1,20 (2)

Assessoria de Comunicação MEC/ Inep

Números de celulares terão 9º dígito em mais cinco Estados, incluindo o Maranhão

O dígito 9 deve ser incluído antes dos números no Amazonas, Pará, Maranhão, Amapá e Roraima.

 

Os números de telefone celular dos estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Amapá e Roraima terão um dígito a mais a partir de 2 de novembro. O dígito 9 deve ser incluído antes dos números com DDD 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99. O aviso foi publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), as ligações feitas com oito dígitos ainda serão completadas por tempo determinado, para adaptação das redes e usuários. As pessoas receberão mensagens com orientações sobre a nova forma de discagem. Após o período de transição, as chamadas com oito dígitos não serão mais completadas.

Além das adequações técnicas por parte das prestadoras de serviço de telecomunicações, a medida vai demandar adequações em equipamentos e sistemas privados como, por exemplo, equipamentos de PABX e agendas de contato.

No final de outubro, os números de telefone celular do Rio de Janeiro e do Espírito Santo sofreram a alteração. O dígito 9 foi acrescentado antes dos números que têm DDD 21, 22 e 24, 27 e 28. O DDD 11, da cidade de São Paulo, passou pela mudança em julho de 2012 e, em agosto do ano passado, foi a vez dos demais DDDs do estado (12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19). A Anatel informou que o nono dígito será implementado em todo o País até o fim de 2016.

 
 
Agência Brasil

domingo, 26 de janeiro de 2014

Homenagens e sepultamento ao Guarda Municipal nesta manhã de domingo(26)










Em  caminhada  saindo  de   sua  residência  passando   de  frente  ao  fórum  de  Tutóia,  com  a  primeira  parada  no   alojamento  do  Comando  da  Guarda  Municipal,   familiares  e  amigos   da  corporação  da  Guarda,  prestaram  as  últimas  homenagens  ao  Sr.  Hamilton  Ribeiro,  vítima  de  um   grave  acidente    na   noite   de   sexta-feira(24),   onde   se   envolveu   e  colidiu   com   outra  moto,  lhe  fazendo   vítima    fatal.

Hamilton  Ribeiro,  prestava   serviços   como  Guarda   Municipal,   desde   2004,   ou   seja   há  10  anos,  e  nesta  manhã  de  domingo   sua  despedida   foi   de  muitas  emoções  para   família   e  companheiros   da   corporação.   Sua   esposa  emocionada  Sra.   Rosa,  falou  da  dedicação   que  “Hamilton"   tinha  quando  dizia  que  trabalhava   com  muito   amor   em  sua   profissão  e  tinha   honra  de  ser  Guarda  Municipal,   em  Tutóia.

A  declaração  causou  muitas  emoções  aos  guardas,   mesmo   sabendo   que  existiram  momentos  difícil.  Segundo   sua  esposa  a  viúva,  ele  sempre  quis   está   servindo  a  população  de  Tutóia,  na   função  que  exercia.
E  assim,  esposa,  filhos,  dezenas  de  companheiros  da  Guarda Municipal,  amigos  prestaram   as  últimas  homenagens  ao  Sr.  Hamilton,  (*Guarda Municipal*).


Seu  sepultamento  aconteceu  às  10:00  horas,  da  manhã   no  Cemitério   da  Igualdade,  em  Tutóia-Ma.



                                                   Últimos  momentos 
                                                                 Enterro

via blog do Antonio Amaral 

Acusados da morte do jornalista Décio Sá vão a júri popular em fevereiro

SÃO LUÍS - Faltam apenas nove dias para que a Justiça do Maranhão comece, de fato, a julgar os 11 acusados de participação no assassinato encomendado do jornalista Décio Sá, de 42 anos, ocorrido em abril de 2012, em um bar na Avenida Litorânea, na capital maranhense. Os primeiros a sentar no banco dos réus serão os executores do crime, o bacabalense Marcos Bruno Silva de Oliveira, de 29 anos, apontado como piloto de fuga do assassino, e o próprio autor confesso do homicídio, o pistoleiro paraense Jhonatan de Sousa Silva, de 25 anos, que responderão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha.
Os dois vão a júri popular nos dias 3, 4 e 5 de fevereiro, no Salão do Júri do Fórum Desembargador Sarney Costa, bairro Calhau, por decisão do juiz Osmar Gomes dos Santos, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri, que afirma estar tudo pronto para o julgamento.
- Da parte do Poder Judiciário não há nada pendente. Todo o aparato de segurança pública já foi montado para a sessão, já enviamos a carta precatória para o recambiamento do réu que se encontra no presídio federal, e, por enquanto, não há nada que possa embaraçar o início do júri - afirmou o magistrado.
Segundo denúncia oferecida pelo Ministério Público, Jhonatan de Sousa Silva foi contratado por uma quadrilha de agiotas para matar Décio Sá, porque no dia 31 de março de 2012 (23 dias antes do crime) o jornalista denunciou em seu blog (blogdodecio.com.br) que a morte do empresário Fábio dos Santos Brasil Filho, o Fábio Brasil, de 33 anos, na cidade de Teresina-PI, havia sido encomendada por uma rede de agiotagem, estabelecida no Maranhão. O blogueiro foi o primeiro a atribuir a autoria desse crime à quadrilha.
De acordo com a Polícia Civil, a organização criminosa que faturava milhões com desvios de verbas públicas municipais e federais, destinadas a várias prefeituras maranhenses, era liderada pelo agiota Gláucio Alencar Pontes Carvalho, de 36 anos, e o pai dele, o aposentado José de Alencar Miranda de Carvalho, de 74 anos.
- A quadrilha enxergou Décio Sá como uma ameaça, pois sabia que o jornalista podia ter mais informações que a incriminasse - afirmou à época o secretário de Segurança Pública (SSP), Aluísio Mendes.
Proposta
Ainda conforme as investigações, pai e filho arregimentaram, direta e indiretamente, pelo menos mais sete pessoas, entre elas dois policiais civis e um oficial da Polícia Militar do Maranhão, até que Jhonatan Silva e Marcos Bruno de Oliveira recebessem a proposta de R$ 100 mil pelo serviço. Entre os intermediadores do crime, a Polícia Judiciária identificou o empresário José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha, de 38 anos, que fugiu da prisão, às vésperas do Natal, mas foi recapturado.
Em setembro de 2012, o MP denunciou 12 pessoas pelo assassinato de Décio Sá e, em agosto de 2013, 11 foram pronunciadas a júri popular. Os advogados de defesa dos réus recorreram, mas o juiz titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri manteve a pronúncia dos acusados. Na lista de réus estão ainda Elker Farias Veloso, de 28 anos, Fábio Aurélio do Lago e Silva, o Bochecha, de 34 anos, e Shirliano Graciano de Oliveira, o Balão, de 28 anos, único ainda foragido, e que até divulgou um vídeo na internet alegando inocência.
Também compõe a relação de pronunciados a júri popular os dois policiais civis Alcides Nunes da Silva, de 56 anos, e Joel Durans Medeiros, de 59 anos, ambos afastados da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), e o capitão da PM, Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita, de 38 anos, ex-comandante do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) da Polícia Militar. O oficial aparece no inquérito como suposto fornecedor da arma do crime, mas é o único que conseguiu habeas corpus da Justiça.
Jhonatan foi o primeiro a ser preso
O pistoleiro paraense Jhonatan de Sousa Silva, que hoje se encontra custodiado no Presídio Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul, foi preso 43 dias após o crime, flagrado em uma chácara, no bairro Miritíua, no município de São José de Ribamar. Na ocasião, o jovem matador estava em companhia de um primo, que também foi preso, e portava arma de fogo e drogas. Já Marcos Bruno de Oliveira, apontado como piloto de fuga do assassino, foi preso sete meses depois da morte de Décio Sá. Ele foi identificado em meio a uma quadrilha de hackers, desarticulada por policiais da Seic, em novembro de 2012, no bairro Cohafuma.
A rede de agiotagem, composta por mandantes, intermediadores e executores, foi desarticulada no fim da madrugada do dia 13 de junho de 2012, durante a Operação Detonando, realizada pela Polícia Civil do Maranhão, na capital e em duas cidades no interior do Estado, em cumprimento a mandados de prisões, expedidos à época pela juíza Alice Rocha, então titular da 1ª Vara do Tribunal de Júri. Na ação policial foram empregados mais de 70 investigadores, além de homens do Grupo Tático Aéreo (GTA) e 12 delegados.
Reconstituição
Jhonatan de Sousa Silva e Marcos Bruno Silva de Oliveira, segundo a reconstituição do crime, feita por peritos do Instituto de Criminalística (Icrim), estiveram na porta do Sistema Mirante, onde Décio Sá trabalhava como repórter da editoria de Política de O Estado, no fim da tarde do dia 23 de abril de 2012, e se informaram em conversas com alguns guardadores de carros sobre o horário em que o jornalista chegaria e sairia da empresa. O blogueiro foi seguido pelos executores, que estavam em uma moto Honda Fan 150 vermelha (NNH-7680), até a orla marítima da capital, onde foi assassinado com cinco tiros de pistola calibre ponto 40, a maioria na cabeça.
Imirante.com