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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

POLÍTICA BREJENSE: A derrocada dos Caldas e Furtado e a saga do Zé do Povo



No pleito eleitoral de 2012, de forma inesperada, dois adversários da politica brejense, se unem, após travar disputas acirradas em eleições de outrora. Naquele pleito, a junção obteve êxito, a chapa inimaginável de Omar prefeito e Chico Caldas Vice. 

Porém, a união desencadeou em uma gestão impopular, amagando índices alarmantes de rejeição, obrigando Omar a desistir de uma possível candidatura a reeleição, assumindo o posto de candidata majoritária, a jovem vereadora Olívia Caldas, filha do vice Chico Caldas e da ex-prefeita doutora Carlota.

Do lado oposicionista, em meados do ano em curso, várias pré-candidaturas permeavam o cenário, mas era a pré-candidatura do ex-prefeito Zé Farias, ou melhor, Zé do Povo, que sempre perdurou como o preferido do eleitorado. Com as proximidades das convenções, alguns pré-candidatos recuaram, migrando em apoio ao Zé, onde nos idos de agosto, já despontava como favorito pra vencer as eleições.

Com o inicio oficial das campanhas, o favoritismo foi consolidando-se, conforme palmilhava-se o município, as adesões tornaram-se crescentes, o povo começou a gritar pela a alternância, e Zé estava cada vez mais próximo de voltar ao cargo maior da administração pública de Brejo.

O eleitor brejense, começou dá sinais claros que continuaria mudando, que não iria deixar o mesmo grupo no poder por mais 4 anos, continuando a marca histórica, de nunca um prefeito ter conseguido se reeleger ou eleger sucessor na política local. 

Após o resultado das apurações, na noite de domingo, 2 de outubro, 54; 05% dos eleitores, o equivalente a 9.902 brejenses, deram a José Farias de Castro e seu vice José Renato Araujo Pessoa (Gó), a confiança em representá-los como chefe do executivo municipal, com a missão de melhorar pontos cruciais de um governo, que refletem diretamente na vida das pessoas, onde cito, saúde, educação, infraestrutura e segurança como primordiais. 

Assim, prevaleceu o jus da democracia, que é a soberania popular, onde a maioria escolhe quem julga ser melhor. E foi o homem de estatura baixa, jeito simples, o escolhido. Como dizia Fernando Sabino, "Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um..." 

Nesta maratona política, o lugar mais alto no pódio, ficou com o Zé, que terá a chance de reescrever sua história, podendo transformar-se numa saga do Zé do Povo.


Por Neto Pimentel



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